quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Professor Gilber Botelho: PRECIOSISMO (PEDANTISMO)

Professor Gilber Botelho: PRECIOSISMO (PEDANTISMO): Quem não Entende o Português - Chico Anysio “Agora eu pergunto: Quem é este cidadão que atende por este patronímico para propagar esta verr...

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Gramática Aplicada ao Texto do Básico ao Avançado GRÁTIS!


Curta a página do Professor Gilber Botelho e concorra a um curso completo de 
Gramática Aplicada ao Texto do Básico ao Avançado GRÁTIS!

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segunda-feira, 16 de abril de 2012

PLÊIADE DE GRAMÁTICA (Do Básico ao Avançado)


PLÊIADE DE GRAMÁTICA (Do Básico ao Avançado) - Sábado à tarde -
Início: (28/4) - 14h15 - Grancursos Taguantinga
PLÊIADE DE GRAMÁTICA (Do Básico ao Avançado) - Sexta-feira à noite -
Início: (27/4) - 19h15 - Grancursos Taguantinga

Contato: 3031-7777

quarta-feira, 4 de abril de 2012

MONÓLOGO DAS MÃOS (BIBI FERREIRA)

Para que servem as mãos? As mãos servem para pedir, prometer, chamar, conceder, ameaçar, suplicar, exigir, acariciar, recusar, interrogar, admirar, confessar, calcular, comandar, injuriar, incitar, teimar, encorajar, acusar, condenar, absolver, perdoar, desprezar, desafiar, aplaudir, reger, benzer, humilhar, reconciliar, exaltar, construir, trabalhar, escrever...... As mãos de Maria Antonieta, ao receber o beijo de Mirabeau, salvou o trono da França e apagou a auréola do famoso revolucionário; Múcio Cévola queimou a mão que, por engano não matou Porcena; foi com as mãos que Jesus amparou Madalena; com as mãos David agitou a funda que matou Golias; as mãos dos Césares romanos decidia a sorte dos gladiadores vencidos na arena; Pilatos lavou as mãos para limpar a consciência; os anti-semitas marcavam a porta dos judeus com as mãos vermelhas como signo de morte! Foi com as mãos que Judas pos ao pescoço o laço que os outros Judas não encontram. A mão serve para o herói empunhar a espada e o carrasco, a corda; o operário construir e o burguês destruir; o bom amparar e o justo punir; o amante acariciar e o ladrão roubar; o honesto trabalhar e o viciado jogar. Com as mãos atira-se um beijo ou uma pedra, uma flor ou uma granada, uma esmola ou uma bomba! Com as mãos o agricultor semeia e o anarquista incendeia! As mãos fazem os salva-vidas e os canhões; os remédios e os venenos; os bálsamos e os instrumentos de tortura, a arma que fere e o bisturi que salva. Com as mãos tapamos os olhos para não ver, e com elas protegemos a vista para ver melhor. Os olhos dos cegos são as mãos. As mãos na agulheta do submarino levam o homem para o fundo como os peixes; no volante da aeronave atiram-nos para as alturas como os pássaros. O autor do «Homo Rebus» lembra que a mão foi o primeiro prato para o alimento e o primeiro copo para a bebida; a primeira almofada para repousar a cabeça, a primeira arma e a primeira linguagem. Esfregando dois ramos, conseguiram-se as chamas. A mão aberta,acariciando, mostra a bondade; fechada e levantada mostra a força e o poder; empunha a espada a pena e a cruz! Modela os mármores e os bronzes; da cor às telas e concretiza os sonhos do pensamento e da fantasia nas formas eternas da beleza. Humilde e poderosa no trabalho, cria a riqueza; doce e piedosa nos afetos medica as chagas, conforta os aflitos e protege os fracos. O aperto de duas mãos pode ser a mais sincera confissão de amor, o melhor pacto de amizade ou um juramento de felicidade. O noivo para casar-se pede a mão de sua amada; Jesus abençoava com a s mãos; as mães protegem os filhos cobrindo-lhes com as mãos as cabeças inocentes. Nas despedidas, a gente parte, mas a mão fica, ainda por muito tempo agitando o lenço no ar. Com as mãos limpamos as nossas lágrimas e as lágrimas alheias. E nos dois extremos da vida, quando abrimos os olhos para o mundo e quando os fechamos para sempre ainda as mãos prevalecem. Quando nascemos, para nos levar a carícia do primeiro beijo, são as mãos maternas que nos seguram o corpo pequenino. E no fim da vida, quando os olhos fecham e o coração pára, o corpo gela e os sentidos desaparecem, são as mãos, ainda brancas de cera que continuam na morte as funções da vida. E as mãos dos amigos nos conduzem... E as mãos dos coveiros nos enterram!

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Gramática Aplicada ao Texto (do Básico ao Avançado)

A diferença entre os "porquês" - por Professor Gilber Botelho



A diferença entre os "porquês", além da grafia obviamente, é a seguinte:

PORQUÊ: é um substantivo, sinônimo de "o motivo", "a razão", "a causa" e vem acompanhado de um adjetivo, um artigo, um pronome ou um numeral. Observe os exemplos;

o entendo o porquê da nossa separação. (o motivo)
Não me provoque! Tenho o meu porquê. (a razão)
“Mas não faz mal: na vida, tudo tem um PORQUÊ.” (Guilherme e Santiago)

POR QUE: é a junção de duas classes gramaticais e apresenta dois casos;

Se for a união entre a preposição por + o pronome interrogativo/indefinido que, terá o sentido de "por qual motivo", "por qual razão". Observe os exemplos;

POR QUE você não me avisou da partida do vereador? 
Por que sempre tem alguém que me odeia? 
"Não sei POR QUE você se foi, quantas saudades eu senti..." (Tim Maia)

Se for a união entre a preposição por + o pronome relativo que, terá o sentido de "pelo qual" e suas flexões (pela qual, pelos quais, pelas quais). Observe o exemplo;
“Só eu sei as esquinas POR QUE que passei.” (Djavan)

POR QUÊ: terá o mesmo sentido de "por que", entretanto será acentuado quando vier antes de um ponto, seja ele final, exclamativo ou interrogativo. Observe o exemplo;
Não acredito que você fez isso? Por quê? (por qual motivo)

PORQUE: é uma conjunção causal, final ou explicativa, denotará o sentido de "pois", "uma vez que", "a fim de", etc. Observe o exemplo;

Sorria, porque você está sendo filmada. (explicação)
Vigiai e orai, porque não entreis em tentação. (finalidade)
Não foi condenado, porque conversou o crime. (causa) 

Espero que tenham entendido o porquê dos "porquês”.

terça-feira, 27 de março de 2012

Gramática Aplicada ao Texto (do Básico ao Avançado)

PLÊIADE DE GRAMÁTICA (Do Básico ao Avançado) - Sábado à tarde - 
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domingo, 25 de março de 2012

TAUTOLOGIA

TAUTOLOGIA é um dos vícios de linguagem que consiste em dizer ou escrever a mesma coisa, por formas diversas. O exemplo mais comum é o "subir para cima ou descer para baixo". Observe a lista abaixo.

- Acabamento final; 
- Superávit positivo; 
- Todos foram unânimes; 
- Habitat natural; 
- Certeza absoluta; 
- Como prêmio extra; 
- Em duas metades iguais; 
- Sintomas indicativos; 
- Há anos atrás; 
- Outra alternativa; 
- Detalhes minuciosos / pequenos detalhes; 
- A razão é porque; 
- Vandalismo criminoso; 
- Palavra de honra; 
- Conviver junto; 
- Exultar de alegria; 
- Encarar de frente; 
- Fato real; 
- Multidão de pessoas; 
- Amanhecer o dia; 
- Criar novos empregos; 
- Retornar de novo; 
- Frequentar constantemente; 
- Empréstimo temporário; 
- Compartilhar conosco; 
- Surpresa inesperada; 
- Completamente vazio; 
- Colocar algo em seu respectivo lugar; 
- Escolha opcional; 
- Continua a permanecer; 
- Passatempo passageiro; 
- Atrás da retaguarda; 
- Planejar antecipadamente; 
- Repetir outra vez / de novo; 
- Sentido significativo; 
- Voltar atrás; 
- Abertura inaugural; 
- Pode possivelmente ocorrer; 
- A partir de agora; 
- Última versão definitiva;
- Demasiadamente excessivo; 
- Individualidade inigualável; 
- A seu critério pessoal; 
- Abusar demais; 
- De comum acordo; 
- Inovação recente; 
- Velha tradição; 
- Sua autobiografia; 
- Sorriso nos lábios; 
- Goteira no teto; 
- General do Exército; (Só existem generais no Exército) 
- Brigadeiro da Aeronáutica; (Só existem brigadeiros na Aeronáutica) 
- Almirante da Marinha; (Só existem almirantes na Marinha) 
- Manter o mesmo time; 
- Labaredas de fogo; 
- Despesas com gastos; 
- Monopólio exclusivo; 
- Ganhar grátis; 
- Países do mundo; 
- Viúva do falecido; 
- elo de ligação; 
- criação nova; 
- exceder em muito; 
- Expectativas, planos ou perspectivas para o futuro. 

sexta-feira, 23 de março de 2012

Mundo Moderno - Chico Anysio (Jô Soares)

E vamos falar do mundo,
mundo moderno,
marco malévolo,
mesclando mentiras,
modificando maneiras,
mascarando maracutaias,
majestoso manicômio.
Meu monólogo mostra,
mentiras, mazelas, misérias, massacres,
miscigenação,
morticínio, maior maldade mundial.
Madrugada, matuto magro, macrocéfalo,
mastiga média morna,
monta matumbo malhado,
munindo machado, martelo,
mochila murcha,
margeia mata maior.
Manhazinha move moinho,
moendo macaxeira,
mandioca.
Meio-dia mata marreco,
manjar melhorzinho.
Meia-noite mima mulherzinha mimosa,
Maria Morena,
momento maravilha,
motivação mútoa,
mas monocórdia mesmice,
muitos migram,
mastilentos maltrapilhos,
morarão modestamente,
malocas metropolitanas,
mocambos miseráveis,
menos moral,
menos mantimentos,
mais menosprezo,
metade morre.
Mundo maligno,
misturando mendigos maltratados,
menores metralhados,
militares mandões,
meretrizes marafonas,
mocinhas, meras meninas,
mariposas,
mortificando-se moralmente,
modestas moças maculadas,
mercenárias mulheres marcadas.
Mundo medíocre.
Milionários montam mansões magníficas,
melhor mármore,
mobília mirabolante,
máxima megalomania,
mordomo, mercedez, motorista, mãos.
Magnatas manobrando milhões,
mas maioria morre minguando!
moradia meiágua, menos, marquise.
Mundo maluco,
máquina mortífera.
Mundo moderno, melhore,
melhore mais,
melhore muito,
melhore mesmo,
merecemos,
maldito mundo moderno,
mundinho merda!

quarta-feira, 21 de março de 2012

PLÊIADE DE GRAMÁTICA (Do Básico ao Avançado) 
Sábado pela manhã- Início: (17/3)- 8h15 - Grancursos 
Taguatinga - Contato: 3031-777

segunda-feira, 19 de março de 2012

Enriqueça seu vocabulário (Parte II)

  1. PERDULÁRIO: Que ou aquele que gasta desregradamente; gastador, dissipador. Sinônimo de perdulário: desperdiçador, esbanjador, esperdiçador.
  2. DILAPIDAR: Estragar, arruinar, demolir. Fig. Gastar desmedidamente, dissipar, esbanjar: dilapidar os dinheiros públicos.
  3. FALÁCIA: Engano, ilusão, sofisma. Filosofia. Argumento capcioso que induz a erro. Sinônimo de falácia: engano, falatório, falseta e leria.
  4. PARADOXO: Contradição, pelo menos aparente. (Ex.: falo melhor quando emudeço.) Opinião contrária à opinião comum.
  5. LASCÍVIA: Propensão para a lubricidade, a luxúria. Libidinagem, sensualidade; Sinônimo de lascívia: concupiscência, incontinência e luxúria.
  6. DESPÓTICO: Arbitrário, tirânico. Sinônimo de despótico: opressor, prepotente, tirano e tirânico.
  7. TÁCITO: Que não se exprime formalmente; implícito, subentendido, secreto e silencioso.
  8. EXCERTO: Trecho ou frase extraídos de uma obra, de um escrito. Sinônimo de excerto: fragmento e trecho.
  9. JARGÃO: gíria profissional.
  10. CONLUIO: Combinação entre pessoas para enganar ou prejudicar alguém; colusão, arranjo, conchavo, conspiração, intentona e panelinha.
  11. ADMOESTAÇÃO: Advertência, reprimenda, observação com caráter de crítica, de censura. (Sin.: conselho, exortação; repreensão, reprovação.)
  12. INSTAR: Pedir, solicitar com instância. Insistir. Tornar-se necessário, urgente. Persistir, solicitar, suplicar e urgir.
  13. PROLEGÔMENOS: Longa introdução no começo de uma obra. Conjunto de noções preliminares de uma ciência. (Sin.: introdução e prefácio).
  14. PORFIA: Discussão, disputa, contenda pertinaz com palavras. Perseverança, obstinação, altercação, desafinar, empenho, teima e tenacidade.
  15. DISSENSÃO: Divergência de opiniões, de interesses, de sentimentos; disputas; desinteligências; desavenças; dissentimento.
  16. LONGANIMIDADE: Paciência para suportar as ofensas dos outros ou os próprios sofrimentos (Sin.: desprendimento, generosidade, magnanimidade).
  17. MÁCULA: s.f. Mancha, nódoa.
  18. CHOCARRICE: s.f. Gracejo petulante, grosseiro, atrevido. Chalaça.
  19. EVASIVA: Subterfúgio; desculpa ardilosa.
  20. SUBTERFÚGIO: Evasiva; alegação ou pretexto com que alguém procura ardilosamente esquivar-se a dificuldades.
  21. MANCOMUNAR: Ajustar, pôr de acordo, contratar. Ligar-se com alguém para a realização de alguma coisa (geralmente má).
  22. AMOTINAR: Provocar revolta, motim: amotinou o navio. Motinar, sublevar, revoltar. Sublevar-se, insurgir-se, rebelar-se.
  23. INQUIRIR: Investigar, fazer pesquisas, colher informações sobre, indagar. Fazer perguntas, interrogar: inquirir as testemunhas.
  24. COMISERAÇÃO: Sentimento de compaixão; pena, dó, piedade: despertar a comiseração pública. (Sin.: dó, enternecimento, lástima, miseração).
  25. SOBEJAR: Sobrar; estar em demasia. Ser excessivo.
  26. DELINQUIR: cometer delito, pecar.
  27. OPRÓBRIO: Vergonha, ignomínia; desonra, vexame, infâmia. Abjeção, estado abjeto.
  28. DESARRAIGAR: Arrancar pela raiz; tirar completamente; extirpar. Extinguir, destruir: desarraigar maus hábitos. (Sin.: destruir e erradicar).
  29. PARTURIENTE: Mulher que está prestes a dar à luz, ou deu à luz há pouco tempo.
  30. CATADURA: Aparência, aspecto. Disposição de espírito. Expressão do semblante. Var: acatadura. Má catadura: cara ameaçadora, aspecto suspeito.

Enriqueça seu vocabulário


  1. ALEIVOSO: Desleal, traiçoeiro, calunioso, desleal, falso, farsante, inconfidente, infiel, pérfido, proditor, púnico, traidor, tredo, vulpino.
  2. PRODITOR: traidor.
  3. INCÚRIA: Falta de cuidado; negligência: deu provas de incúria. Sinônimo de incúria: descuido, imprevidência, inadvertência e negligência. 
  4. ESPÚRIO: adj. A que falta legitimidade; bastardo; não genuíno. Fig. Falsificado; adulterado. 
  5. ESCORREITO: adj. Que tem bom aspecto; aprumado; sem defeito. Bem-apessoado; de boa aparência. Apurado, correto: linguagem escorreita.
  6. EXEGESE: Interpretação, explicação ou comentário (gramatical, histórico, jurídico etc.) de textos, principalmente da Bíblia. Hermenêutica.
  7. RELES: desprezível, chinfrim, chué, fúfio, grosseiro, mambembe, ordinário, pirangueiro, pífio, relambório, soez, sórdido, vil e vulgar. 
  8. IGNARO: adj. Ignorante, sem instrução. Sinônimo de ignaro: apagado, estúpido, idiota, ignorante, inculto e insensato. 
  9. MENTECAPTO: adj. e s.m. Alienado, louco. Ignorante, néscio, sandeu.
  10. CONTUMAZ: adj. e s.m. e f. Teimoso, obstinado, cabeçudo. Direito: Que se recusa a comparecer em juízo; revel.
  11. AQUIESCÊNCIA: Concordância, consentimento, adesão, aprovação, anuência: aquiescência aos desejos de alguém. Sinônimo: anuência, assentimento
  12. SOEZ: adj. Baixo, vil, torpe, indigno: indivíduo soez.
  13. CORROBORAR: Tornar forte; enrijar, fortalecer. Confirmar, validar, abonar: corroborar declarações alheias. Adquirir força; fortalecer-se. 
  14. APROPINQUAR: v.t. e v.pr. Aproximar ou aproximar-se.
  15. PACÓVIO: s.m. e adj. Tolo, toleirão, estúpido; imbecil; simplório; idiota, parvo. 
  16. GAMBÉRRIA: s.f. Pancada com o pé nas pernas de outro, para fazê-lo cair; cambapé. Pop. Laço, armadilha, trapaça. Rixa, motim. 
  17. SORRABAR: v.t. Andar atrás de. Fig. Adular, bajular.
  18. HERMENÊUTICA: s.f. Teoria da interpretação de vários sinais como símbolos de uma cultura. Arte de interpretar leis. 
  19. NUBÍVAGO: adj. Que vaga pelas nuvens; nefelibata. Elevado, sublime. 
  20. QUIZILA: s.f. Antipatia; inimizade; zanga. Aborrecimento; impaciência; mal-estar. Rixa, pendência. (Var.: quizília.) 
  21. MALSINAR: Delatar na qualidade de malsim, denunciar. Caluniar, deturpar, desvirtuar, interpretar em mau sentido. Desejar mal a, condenar.
  22. FRENOPATA: s.m. e s.f. Pessoa que padece de frenopatia (doença mental). 
  23. ÉGIDE: s.f. Mitologia Escudo de Palas. Fig. Amparo, defesa, proteção: pôr-se sob a égide de alguém. 
  24. MENOSCABAR: v.t. Tornar imperfeito; deixar incompleto. Fig. Desacreditar, desdourar, deslustrar. Fazer pouco de; desprezar. 
  25. SORRELFA: s.f. Disfarce para enganar; socapa, sonsice, dissimulação. Adj. e s.m. e s.f. Indivíduo matreiro. Mesquinho, avarento, sorrateiro.
  26. RAPSODO: s.m. Antig. gr. Poeta popular, ou cantor, que ia de cidade em cidade recitando poemas épicos: Homero era um rapsodo. 
  27. METUENDO: adj. Poética Que causa medo; medonho, horrendo, terrível. Sinônimo de metuendo: horrível, medonho, pavoroso e terrível. 
  28. VEXANTE: adj. Que vexa, que envergonha. Sinônimo de vexante: humilhante, vexativo e vexatório. 
  29. MOROSIDADE: s.f. Qualidade de moroso; tardança em fazer as coisas; demora, lentidão; vagar. 
  30. EMPÁFIA: s.f. Altivez, embófia, soberba, vaidade, orgulho vão, arrogância.

    sexta-feira, 9 de março de 2012

    Dicas para o emprego do Sinal Indicativo de Crase

    DDG: O estudo da CRASE (fusão, mistura) se divide em três casos:

    1º CASO - Preposição + Artigo

    a - Palavra feminina;
    b - Regência: verbo ou nome exige preposição; 
    c - Semântica: sentido definido, particularizado (a/as).

    2º CASO - Preposição + Pronome

    a - Regência: verbo ou nome exige preposição;
    b - Demonstrativos (a, aquele, aquela e variações) ou Relativos (a qual, as quais.)

    3º CASO - caso fixo de crase nas locuções femininas.
    Tal fato se deve à tradição gramatical, para se evitar ambiguidade:

    a - Locuções adjetivas (preposição + nome) → à mineira, à paisana, à Luís XV, à milanesa
    b - Locuções conjuntivas (preposição + nome + que) → à medida que, à proporção que ...
    c - Locuções prepositivas (preposição +nome+ de) → à força de, à luz de, à espera de, às margens de, à revelia de, à procura de, à entrada de, à vista de, à disposição de...
    d - Locuções adverbiais (preposição +nome) → à noite, às seis horas, às vezes, à vista, às pressas ...

    terça-feira, 6 de março de 2012

    PLÊIADE DE GRAMÁTICA (Do Básico ao Avançado) 
    Quinta-feira à tarde (de 14h15 a 17h50) - 
    Início: (8/3) 
    Link da turma: http://bit.ly/wOt1aB

    PLÊIADE DE GRAMÁTICA (Do Básico ao Avançado) 
    Sábado pela manhã (de 8h15 a 11h50)
    Início: (17/3)

    Taguatinga - 12 encontros 
    Contato: 3031-7777